A relação traz ainda Lídice da Mata (PSB), codinome Feia (veja aqui), Daniel Almeida (PCdoB), codinome Comuna (veja aqui), Colbert Martins (PMDB), codinome Médico (veja aqui), Antônio Brito, codinome Misericórdia, e Edvaldo Brito, codinome Candomblé, ambos do PSD (veja aqui), Paulo Magalhães Jr. (PV), codinome Goleiro/ Trave (veja aqui), Adolfo Viana (PSDB), codinome Jovem/Menino (veja aqui)
e João Almeida (PSDB), não eleito e que teria recebido R$ 500 mil da
empresa por meio de caixa 2 em 2010. O relato do ex-executivo da
Odebrecht cita ainda doações oficiais de campanhas em 2014, cujas cifras
encontram correspondência nas prestações de contas das campanhas. Lúcio
Vieira Lima (PMDB), codinome Bitelo, recebeu R$ 400 mil da companhia,
Cláudio Cajado (DEM), com recursos de R$ 305 mil, Antônio Imbassahy
(PSDB), com doações de R$ 299 mil, Leur Lomanto Jr. (PDMB), com R$ 250
mil e Benito Gama (PTB), com R$ 30 mil. O deputado federal Lúcio Vieira
Lima aparece ainda numa situação diferente dos demais políticos baianos.
Melo Filho registra um pagamento de R$ 1 milhão para o peemedebista
como contrapartida para auxílio na tramitação de uma Medida Provisória
(MP 613) na Câmara dos Deputados. Ao longo da publicação do conteúdo da
delação de Melo Filho, os políticos encaminharam nota negando qualquer
relação com caixa 2 de campanha.
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segunda-feira, 12 de dezembro de 2016
" VÁRIOS POLÍTICOS BAIANOS SÃO CITADOS PELA ODEBRECHT NO CAIXA DOIS DA LAVA JATO"
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